CRIMSON DESERT: Primeiras Impressões


Crimson Desert chega como um projeto extremamente ambicioso da Pearl Abyss, apostando alto em um mundo aberto massivo e cheio de sistemas. Logo de cara, o jogo impressiona pelo aspecto técnico, trazendo diferentes modos gráficos no PlayStation 5 base: desempenho, equilibrado e qualidade. O modo equilibrado parece oferecer o melhor balanço entre fluidez e visual, embora com alguma perda perceptível de qualidade gráfica. Já o modo qualidade entrega melhor resolução e acabamento visual, com melhorias em anti-serrilhado e contornos, sem que a perda de frames seja tão perceptível durante a jogatina. Estou jogando no modo qualidade, por enquanto.

Arte do jogo Crimson Desert - Divulgação / Pearl Abyss

O combate é um dos pontos mais elaborados do jogo, trazendo diversas mecânicas que exigem domínio do jogador. É possível aparar ataques com L1, esquivar com o botão bola, utilizar ataques rápidos com R1 e golpes pesados com R2, além da presença de uma barra de stamina que influencia diretamente o ritmo das lutas. Curiosamente, é no combate que o jogo mais brilha em termos de resposta aos comandos, com o personagem se tornando mais ágil e preciso.

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Fora das batalhas, no entanto, a experiência muda bastante. A movimentação geral é pesada, lenta e por vezes truncada, lembrando The Witcher 3: Wild Hunt, mas em alguns momentos até mais rígida. Mecânicas básicas como correr e pular podem soar estranhas: correr exige toques específicos no botão X, enquanto o sistema de pulo — que envolve mirar com L1 e apertar quadrado para escalar ou alcançar superfícies — acaba sendo pouco intuitivo. No geral, os controles passam uma sensação de falta de refinamento, com muitos comandos e combinações sendo introduzidos constantemente por tutoriais ao longo da experiência.

Trailer de Crimson Desert - Reprodução / Pearl Abyss / Playstation

Essa sensação é reforçada por críticas da comunidade. De acordo com veículos como GameVicio e Eurogamer, jogadores têm relatado problemas com interações básicas, como coletar itens ou conversar com NPCs, que exigem posicionamento muito específico ou comandos pouco intuitivos. Já segundo IGN e Combo Infinito, a própria Pearl Abyss reconheceu o feedback negativo e afirmou estar trabalhando em atualizações para melhorar os controles e a sensação geral do gameplay.

Apesar disso, o jogo compensa com uma enorme quantidade de sistemas e atividades. Há crafting com coleta de recursos, grande variedade de equipamentos e uma árvore de habilidades extensa para evolução do personagem. Também é possível montar a cavalo, interagir com NPCs — inclusive cumprimentando-os para ganhar pontos de confiança e desbloquear pequenas histórias — e até participar de minigames como queda de braço e pedra-papel-tesoura. Há ainda detalhes curiosos, como a possibilidade de interagir com animais, incluindo fazer carinho em cachorros e gatos.

A ambientação e trilha sonora reforçam ainda mais as comparações com The Witcher 3: Wild Hunt, enquanto outros elementos remetem diretamente a The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom. Após cerca de uma hora de jogo, são introduzidas mecânicas como cozinhar, manipular objetos com a chamada força Axion e explorar áreas aéreas com uma espécie de planador, consumindo stamina — sistemas claramente inspirados nos jogos mais recentes da franquia Zelda. Os puzzles (e são muitos) também seguem essa linha, exigindo criatividade no uso dessas habilidades.

O mundo aberto é gigantesco e repleto de atividades, com missões secundárias sendo disponibilizadas em quadros de avisos, reforçando ainda mais a semelhança com The Witcher 3. Fica evidente, após as primeiras horas, que se trata de um projeto com ambição comparável a gigantes como Red Dead Redemption 2, misturando ideias de diferentes sucessos da indústria em uma única proposta.

No entanto, apesar do enorme potencial, ainda falta polimento, especialmente na movimentação e nos controles fora do combate. É um jogo que impressiona pela escala, variedade e proposta, mas que também evidencia problemas claros de refinamento. Ainda assim, são necessárias muitas horas para explorar tudo o que Crimson Desert tem a oferecer, e essas primeiras impressões já mostram um título com base sólida, mas que depende de ajustes para atingir todo o seu potencial.

CRIMSON DESERT já está disponível para MacOS, PlayStation 5, XBOX Series X/S e PC.

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